LIÇÕES DE SABEDORIA PARA OS NEGÓCIOS

A Sabedoria é um termo de definição bastante amplo e distinto, conforme a ótica filosófica, teológica ou psicológica. Possui significados diversos, mas, no sentido comum, a sabedoria é a qualidade que promove sensatez, moderação e prudência ao indivíduo.

Ouvimos, a todo momento, que pilotar um negócio é aceitar, gerenciar e correr riscos. Ainda assim, podemos correr riscos de maneira calculada e refletida. É melhor do que deixar o barco correr conforme a maré, ou pior, pilotar com a bússola quebrada e ainda se apegar à máxima “no final, dá tudo certo; se não deu certo é porque não chegou o final”. Errado! Se não deu certo é porque a decisão foi errada. É preciso assumir, repensar e recalcular a rota.

Listei algumas lições que aprendi até aqui:

1) Caminhar com cautela

Significa planejar. Ainda hoje, temos o costume de “sair fazendo” e “apagar incêndios”. Sair desse status quo não é fácil, mas é necessário se quisermos evoluir na elaboração do que fazemos e na qualidade do que entregamos, e isso implica em dizer não, algumas vezes, e planejar com cautela os prazos. No final, percebemos que vale a pena esse esforço – pois o produto entregue é, de fato, mais qualificado, e esse valor agregado é percebido.

2) Estar bem acompanhado

O primeiro engano é pensar que podemos fazer algo relevante sozinhos. Não podemos. Por isso, assumir parcerias ou sociedade e um bom time são muito importantes. Isso implica em pensar fora da caixa – em geral, temos a tendência em procurar pessoas que pensam e trabalham como nós, em todos os níveis e aspectos. Ao contrário, a lição que aprendi é: talentos complementares e objetivos em comum. Tem sido quase slogan para mim (vou escrever sobre isso em outro momento). Talentos complementares multiplicam nossas oportunidades e enriquecem a empresa.

3) Não ser impulsivo

Impulsivo é diferente de rapidez e objetividade. Tomar decisões na impulsividade significa deixar a emoção e a pressão tomarem conta do raciocínio. O pensamento impulsivo é, em geral, equivocado e carregado de informações que ultrapassam os limites profissionais. Nos momentos de pressão, sempre podemos nos dar o direito de não responder de imediato ou nos dar alguns minutos. Pedir algum tempo para avaliar a situação e pensar a respeito é melhor do que não pensar e, de maneira pouco reflexiva, falar.

4) Discernir o bom do excelente

Outra máxima que cai por terra “melhor feito do que perfeito”. Essa indicação só vale para os perfeccionistas de carteirinha, aqueles que chegam quase no nível do TOC. Se você não é desses, essa frase só serve como muleta para fazer qualquer coisa. Feito é bom, perfeito é excelente. E excelência gera fidelização (fazer o trivial, não).

5) Não ser soberbo; saber ouvir

Ouça seu cliente! Ele te contratou porque precisa de você, que algum conhecimento específico que ele não tem. Mas vamos aprender a ouvir. O Cliente tem algo que você não tem – a vivência do problema. Ter a posição de conhecimento em determinado assunto não significa que não podemos aprender algo novo.

Ana Cabral, MsC - Diretora BUILD HEALTH

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